22 janeiro 2013

Paraná mais competitivo em relação a outros estados brasileiros e a países do Mercosul.

Foto: Em dois anos, um projeto audacioso atraiu quatro vezes mais investimentos para o Paraná que o volume captado nos 15 anos anteriores ao nosso governo. As modificações na política de incentivos apresentadas à iniciativa privada mostram expressivos R$ 21 bilhões aplicados aqui por indústrias nacionais e internacionais. É o  Paraná Competitivo, programa que atraiu 120 empresas e está gerando 120 mil empregos diretos e indiretos. Uma das grandes parcerias do programa foi efetivada com a Renault, em outubro de 2011. O então presidente mundial do grupo Renault-Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, oficializou o investimento de R$ 1,5 bilhão pela montadora francesa na ampliação da planta industrial instalada em São José dos Pinhais, uma parceria que já começa a gerar mais 2 mil empregos para os trabalhadores paranaenses. E vale lembrar que a cada emprego direto gerado na indústria automobilística, outros seis postos de trabalho indiretos são criados. Com isso, a montadora vai  elevar a produção de 280 mil para 380 mil veículos por ano. A Renault acreditou no novo Paraná e nós trabalhamos muito para isso.  Cheguei a viajar até Paris para levar uma carta de intenções formalizando o interesse do Paraná em apoiar a expansão das atividades da empresa na América Latina. Naquele dia, Ghosn disse que "a Renault gera empregos e riqueza e quer ser bem tratada, coisa que não ocorreu nos últimos oito anos". A mesma confiança de Carlos Ghosn  no nosso governo é demonstrada pelo novo presidente do grupo no Brasil, o francês Olivier Murget, que hoje recebo aqui no Palácio Iguaçu.  A montadora pretende alcançar 8% do mercado nacional de veículos até 2016 e aumentar a cobertura de mercado de 76% para 90%. Também está criando um centro tecnológico de desenvolvimento de novos produtos, um centro de engenharia e treinamento e novas instalações logísticas. O Paraná atraiu grandes investimentos internacionais porque retomamos a confiança do capital produtivo no nosso Estado.  Conquistamos as multinacionais Paccar, Sumitomo,  Klabin, Catterpillar, Limagrain-Guerra, Ambev, Jacquet, Arauco, Masisa, Evonik, BO Packaging, TetraPak e Volvo. Também entram na lista empresas nacionais e estrangeiras pequenas e médias de diferentes ramos, como agroindústria, metal-mecânica, informática, movelaria, alimentos, medicamentos e cimento, entre outros. Uma política moderna e flexível em que cada caso recebe análise específica, orientada pelas demandas do setor e da empresa e pelas necessidades do Estado. Isso tornou o Paraná  mais competitivo em relação a outros estados brasileiros e a países do Mercosul.



Em dois anos, um projeto audacioso atraiu quatro vezes mais investimentos para o Paraná que o volume captado nos 15 anos anteriores ao nosso governo. As modificações na política de incentivos apresentadas à iniciativa privada mostram expressivos R$ 21 bilhões aplicados aqui por indústrias nacionais e internacionais. É o Paraná Competitivo, programa que atraiu 120 empresas e está gerando 120 mil empregos diretos e indiretos. Uma das grandes parcerias do programa foi efetivada com a Renault, em outubro de 2011. O então presidente mundial do grupo Renault-Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, oficializou o investimento de R$ 1,5 bilhão pela montadora francesa na ampliação da planta industrial instalada em São José dos Pinhais, uma parceria que já começa a gerar mais 2 mil empregos para os trabalhadores paranaenses. E vale lembrar que a cada emprego direto gerado na indústria automobilística, outros seis postos de trabalho indiretos são criados. Com isso, a montadora vai elevar a produção de 280 mil para 380 mil veículos por ano. A Renault acreditou no novo Paraná e nós trabalhamos muito para isso. Cheguei a viajar até Paris para levar uma carta de intenções formalizando o interesse do Paraná em apoiar a expansão das atividades da empresa na América Latina. Naquele dia, Ghosn disse que "a Renault gera empregos e riqueza e quer ser bem tratada, coisa que não ocorreu nos últimos oito anos". A mesma confiança de Carlos Ghosn no nosso governo é demonstrada pelo novo presidente do grupo no Brasil, o francês Olivier Murget, que hoje recebo aqui no Palácio Iguaçu. A montadora pretende alcançar 8% do mercado nacional de veículos até 2016 e aumentar a cobertura de mercado de 76% para 90%. Também está criando um centro tecnológico de desenvolvimento de novos produtos, um centro de engenharia e treinamento e novas instalações logísticas. O Paraná atraiu grandes investimentos internacionais porque retomamos a confiança do capital produtivo no nosso Estado. Conquistamos as multinacionais Paccar, Sumitomo, Klabin, Catterpillar, Limagrain-Guerra, Ambev, Jacquet, Arauco, Masisa, Evonik, BO Packaging, TetraPak e Volvo. Também entram na lista empresas nacionais e estrangeiras pequenas e médias de diferentes ramos, como agroindústria, metal-mecânica, informática, movelaria, alimentos, medicamentos e cimento, entre outros. Uma política moderna e flexível em que cada caso recebe análise específica, orientada pelas demandas do setor e da empresa e pelas necessidades do Estado. Isso tornou o Paraná mais competitivo em relação a outros estados brasileiros e a países do Mercosul.

Nenhum comentário:

Postar um comentário